O Espetacular Homem-Aranha [Resenha]

“Com grandes poderes vêm grande responsabilidades”. A clássica frase já enraizada na cultura pop pode ser aplicada na vida de diversas formas. Um bom exemplo disso é que você tem o poder de fazer o reboot de uma franquia milionária que tem apenas dez anos (sendo que a última parte da trilogia foi lançada há apenas cinco), e aí você tem a responsabilidade de fazer um filme bom. Felizmente esse último exemplo aconteceu mesmo.

Desde o ano passado eu venho batendo na tecla de que esse reboot não era necessário. Eu percebi assistindo ao filme que sim, ele era se quisessem contar mais histórias do Amigão da Vizinhança, mas não era necessário agora. Poderiam ter esperado um tempo pra fazer isso, era o ideal. Mas aí os direitos voltariam pra Marvel (o que agradaria muitos fãs, inclusive a mim).

Eu tinha certeza que o filme seria bom, e não me decepcionei. Posso dizer até que é melhor que os da trilogia de Sam Raimi, embora apresente alguns defeitos.

O mais grave deles é que tudo no filme parece estar conectado: os pais de Peter estão conectados com os poderes que ele ganha que está conectado com os poderes que o Dr. Connors ganha. Isso se torna chato e menos “crível”.

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