Eu assisti: Thor

 

E eis que só nessa reta final para Os Vingadores é que consegui ver Thor. Bem, pelas críticas que vi na época que o filme foi lançado, achava que era um filme bem mediano, que não agradava nem desagradava. Mas o que eu vi foi um filme ótimo, que me empolgou do começo ao fim.

Sim, tem alguns defeitos, mas o saldo total é bastante positivo. Na verdade, o principal problema do filme é que ele é uma história de redenção do Deus do Trovão. Assim, temos uma história do arrogante Thor se tornando mais humilde.

Mas esse clichê é algo pequeno se comparado com as coisas incríveis desse filme: várias referências ao Universo Marvel, os belos efeitos especiais, a mitologia incrível do personagem muito bem adaptada e acima de tudo, Loki.

Sim, o irmão invejoso de Thor rouba muitas das cenas do filme, e o ator Tom Hiddleston consegue dar vida a um vilão no nível de Magneto e quase um Coringa.

E mesmo com algumas cenas de ação muito boas no filme, para mim as melhores foram as de Loki armando seus planos.

Como falei lá em cima, Thor está cheio de referências. Adorei ver quando falaram de forma implícita sobre Bruce Banner (se referindo a ele como “um cientista pioneiro em radiação Gama”) e ao Homem de Ferro.

O final não é algo tão feliz, mas também não é uma tragédia. Considerei um bom final.

Mas a cena pós-créditos é que foi realmente incrível, reunindo Loki e Nick Fury em uma cena que será de grande importância para Os Vingadores.

Minha empolgação com o filme dos Heróis Mais Poderosos da Terra está a mil, e só o que posso desejar é que 27 de abril chegue logo.

Game of Thrones 02×02: The Night Lands

Só o que posso falar desse episódio é que ele foi bom. E ponto. E “bom” não é tanto pra uma série como Game of Thrones, em todos os episódios antes desse são excelentes.

O motivo de eu classificar o episódio apenas como “bom” é que ele muda certas partes do livro e apresenta algumas cenas desnecessárias. Vou falar delas nos próximos parágrafos.

Na abertura do episódio temos Pyke sendo introduzida, que me empolgou tanto quando Pedra do Dragão no episódio anterior.

As cenas com Arya ainda foram menos do que eu imaginava, mas já estão crescendo. Gostei de ver a interação dela com os três homens acorrentados na carroça, e como Yoren expulsou os homens de manto dourado.

Tyrion enviou Lorde Janos para a Muralha, em uma das melhores cenas do episódio. Claro, o anão é um dos personagens mais incríveis da série. Aliás, nessa cena teve uma mudança com relação aos livros: Tyrion nomeou Bronn Comandante da Patrulha da Cidade, e não Jacelyn Bywater. Eu considerei essa mudança interessante e até gostei dela.

Theon chegou em Pyke! E o cenário ficou ótimo, realmente incrível. E muitos dos pequenos detalhes que estavam no livro apareceram aqui. De diferente só teve mesmo a introdução da irmã de Theon, Asha (chamada na série de Yara) já nesse episódio, um pouco antes que em A Fúria dos Reis. Mas isso eu entendo, já que é preciso ter um pouco mais de pressa pra apresentar certos personagens na série.

Na verdade, as “cenas desnecessárias” que falei lá em cima são as que se passam no bordel de Mindinho. Essa história lá já deu o que tinha quer dar, foi bom usar ela para mostrar o massacre dos bastardos em The North Remembers, mas agora se tornou muito chato.

Eu quero ver é a guerra, não uma prostituta assustada com o Lorde Baelish. Espero que se dediquem mais aos personagens realmente importantes e parem de mostrar essa história que não contribui nada com o andamento da série.

Nesse episódio Davos nos foi devidamente apresentado. “Stannis é meu deus”, disse o ex-contrabandista, mostrando o seu sentimento de gratidão para com aquele que lhe deu títulos e terras.

Daenerys teve um destaque ainda menor do que no episódio anterior. Mas isso não é um ponto ruim, estão indo com calma na parte dela da história.

E a cena final foi uma das mais chocantes (e mais legais) da série: Jon Snow viu Craster entregando um bebê para um Outro comer.

Mesmo com algumas falhas (isso na minha humilde opinião) nesse episódio, a temporada se encaminha para algo muito maior e, claro, muito mais épico que a anterior.

Veja a abertura de Saint Seiya – Ômega

Quando eu (como fã de Os Cavaleiros do Zodíaco que sou)  li pela primeira vez uma notícia sobre o novo anime da saga, Saint Seiya – Ômega, não sabia o que esperar.

E sinceramente, não sei o que esperar nem agora. Mesmo com resenhas positivas e pessoas elogiando, não fui com a cara desse traço e com a história. Mas eu tô enrolando demais, você quer ver a nova abertura (que é uma nova versão de Pegasus Fantasy).

E continuo não sabendo o que esperar. Só sei que não gostei dessa abertura, descaracterizaram aquela que é, pra mim, uma das melhores músicas de anime de todos os tempos.

Game of Thrones 02×01: The North Remembers

O inverno voltou… E em estreia mundial! Fiquei muito surpreso (e empolgado) ao saber que até mesmo a HBO brasileira passaria o tão esperado primeiro episódio da segunda temporada de Game of Thrones.

O hype em cima do retorno da série estava mais alto que o Ninho da Águia, e decepcionar os fãs seria fácil. Mas não pra HBO. Conseguiram fazer um ótimo season premiere.

Logo na abertura vemos uma leve mudança, com Pedra do Dragão aparecendo no mapa. Não é nada demais, mas pra nós fãs é algo muito legal.

A primeira cena é a do torneio para o dia do nome de Joffrey, onde Tyrion aparece para tomar seu lugar como substituto da Mão do Rei. E Peter Dinklage como sempre dando um show de atuação.

Stannis está se aliando a religião de Melisandre. Como eles são personagens novos, vou falar sobre a caracterização deles. Ela se parece muito com o descrito nos livros, mas Stephen Dillane como Stannis não me lembrou de quase nada do personagem que eu imaginava quando lia as descrições de Martin.

Daenerys atravessa um deserto com seu khalasar e seus dragões. Aliás, como eles são bem-feitos! Parecem que estão ali mesmo com a khaleesi.

Bran como Senhor de Winterfell foi algo muito bom de ver. E quando Osha disse que o cometa “significava dragões” para o menino meu lado fã pirou.

As cenas da Patrulha da Noite foram muito legais. O Mormont dando um sermão em Jon foi uma das melhores cenas do episódio.

O lobo gigante de Robb, Vento Cinzento, cresceu muito e por isso agora ele é feito em CG. E como os dragões ele ficou incrível.

Começamos a ver que o Theon vai ter um destaque muito maior nessa temporada. Eu sempre gostei do personagem, e adorei quando ele disse a Robb “Eu não sou um Stark, mas seu pai me criou para ser um homem honrado”.

Não posso deixar de falar da conversa de Catelyn e o Rei do Norte. Ele está começando realmente a virar um grande estrategista militar, um verdadeiro rei. Seu amadurecimento é nítido. E claro, a frase “tem um rei em cada canto agora”, dita pela Senhora Stark, foi impagável.

Arya teve menos destaque nesse episódio do que eu imaginava. Mas tudo me leva a acreditar que no próximo ela vai aparecer bem mais.

No geral o episódio apresentou a grande maioria dos personagens principais conhecidos e os novos, além de mostrar o encaminhamento dessa temporada, e tudo o que podemos esperar de grandioso dela. The North Remembersfoi o episódio perfeito para acalmar a ansiedade dos fãs.

Top 3 cenas musicais memoráveis em séries

É isso mesmo, preparei agora mais um “Top x qualquer-coisa” pra vocês. Sim, eu sei que vocês não aguentam mais esse tipo de post, mas dessa vez é sobre as melhores cenas musicais de séries. Aposto que vocês vão gostar.

Ah, só um aviso antes que você comece a ler: não gosto de séries musicais propriamente ditas, então não espere encontrar algo como Glee aqui. Além disso, não são cenas em que personagens cantam músicas, mas sim que músicas famosas tocam ao fundo delas. Pronto, avisos dados, vamos assisti-las.

3 – Livin’ On A Prayer – Everybody Hates Chris 

A última cena de Todo Mundo Odeia o Chris é também uma das mais legais de toda a série. Ao som de Livin’ On A Prayer, do Bon Jovi, Chris e sua família esperam o resultado da prova que decidirá o futuro do nosso odiado protagonista. A cena (e também a série) termina no momento em que Julius chega com o resultado, sem que fiquemos sabendo qual é. Vale muito a pena ver.

2 – Tom Sawyer – Chuck

Chuck era um seriado incrivelmente legal. Conseguia unir (de forma genial) duas coisas que pareciam opostos naturais: o mundo da espionagem e o mundo nerd do qual o protagonista fazia parte. E uma das cenas mais memoráveis da série é quando o Chuck joga um game arcade enquanto ao fundo era tocada a música Tom Sawyer, do Rush.

1 – Carry On My Wayward Son – Supernatural 

(Clique aqui para ver o vídeo dessa cena. É que não encontrei NENHUM vídeo dela no Youtube que a incorporação estivesse liberada.)

Ao final de qualquer season finale de Supernatural tem uma retrospectiva de toda a temporada embalada pela música Carry On My Wayward Son, do Kansas. . Como são muitos desses momentos, resolvi escolher o que eu acho o melhor “The Road So Far” da história da série: o da quinta temporada.

Espero que tenham gostado da lista. E se vocês conhecem outros momentos assim em seriados legais falem aí nos comentários.

Eu assisti: (500) Dias Com Ela

Esse é um filme que sempre quis assistir, pois sempre ouvi coisas boas sobre ele. Esperava uma comédia romântica totalmente diferente das outras quando fui vê-lo, e foi isso que encontrei.
O filme já começa explicando que não é uma história de amor, e foi a partir daí que ele me ganhou. Depois disso foi fácil rir e mergulhar na incrível história dele.

Vou fazer um resumo dela: Tom acabou de se separar da sua namorada, Summer. Acontece que ela é uma pessoal incrível, e ele é perdidamente apaixonado por ela e pelo jeito dela. Então ele começa a lembrar das coisas mais importantes que viveu junto dela.
Uma das coisas mais legais do filme é que essas lembranças são jogadas pra nós que estamos assistindo fora de ordem, de forma não linear. Em uma cena podemos ver os dois em um momento em que a relação já está “fria”, e logo depois ver eles em momentos de grande felicidade.
Não posso deixar de comentar que me identifiquei muito com o protagonista Tom. Ele é um cara legal, mas bem inseguro às vezes, o que o torna mais humano.
E o final? Simplesmente genial. Foi incrível como o filme conseguiu mostrar um romance que poderia realmente acontecer, não uma história totalmente clichê que com dois minutos de filme você já sabe de tudo o que vai acontecer.
Esse é sem dúvida um dos filmes mais legais que eu já vi. Totalmente recomendado para você que quer ver algo diferente do que a grande maioria dos filmes do gênero apresenta.

Chuck 05×08: Chuck Versus The Baby

Eu sempre gostei de Chuck, mas deixei de assistir a algum tempo. Então eu aproveitei esse fim de ano e o hiato de séries para me “atualizar” em algumas, e uma delas foi justamente Chuck, que está em sua última temporada.

E eu estou adorando essa temporada. Morgan com o Intersect, participações especiais (inclusive do Stan Lee), o Jeff se tornando uma pessoa “normal”, Lester e Casey indo pra prisão, e até o retorno de Shaw no episódio passado.

Nesse episódio uma missão antiga de Sarah voltou a atormentá-la. E lá vai a Carmichael Industries ajudá-la nisso, embora ela revele muito pouco do aconteceu nessa missão.

Tivemos a participação especial de Tim DeKay (White Collar) como Ryker, o antigo supervisor de Sarah. Aliás, vale lembrar que Matt Bomer, que fez o Bryce na série, atualmente também protagoniza White Collar.

A mãe da Sarah apareceu, o Morgan e a Alex voltaram. Aliás, eu acho que ela devia ter voltado com ele há muito tempo. Não era culpa dele, foi o Intersect derretendo sua mente.

No final do episódio eu gostei bastante do flashback em que entregam pra Sarah a missão de cuidar de Chuck com aquela foto antiga dele. Achei genial!

Também gostei da decisão deles de não voltar pra CIA. A Carmichael Industries é uma das coisas mais legais da temporada.

E pra finalizar: alguém além de mim acha que eles só conseguirão comprar essa “casa dos sonhos” no último episódio?

No mais, gostei de Chuck Versus The Baby. Essa última temporada de Chuck está muito boa, veremos que surpresas ainda aguardam nela.

O que rolou em 2011: TV

Na grande maioria das vezes a nossa amiga televisão não tem nada que preste em toda sua grade de programação. Mas algumas (raras) vezes temos coisas realmente boas saindo da telinha na nossa sala. Hora de lembrar o que aconteceu no ano que marcou o aparelhinho que nos causa tanta frustração, mas que também nos dá ótimos momentos.

GAME OF THRONES. Essa série, que pra mim é a melhor a estrear nesse ano, é sobre o que comentarei primeiro.

Genial. Incrível. Épica. Essas são as palavras que uso pra descrever essa série da qual me tornei fã, e que me fez comprar o livro que deu origem a ela, A Guerra dos Tronos. Nela temos ótimas atuações, um ótimo roteiro e respeito com a obra original. É simplesmente impecável. Se você ainda não assistiu, recomendo que comece o mais rápido possível, pois ela é muito legal.

Tivemos algumas estreias bem hypadas esse ano, como Terra Nova e Person of Interest. A primeira produzida por Spielberg, a segunda por J. J. Abrams (de Lost).

Terra Nova teve um piloto bem legal, embora apresentasse alguns clichês. Infelizmente não continuei acompanhando a série pra falar mais.

Person of Interest é um show. Seguindo o esquema “caso da semana”, ela conta com bons atores como protagonistas, uma trama legal, e até um pouco de ação.

Tivemos a saída de Charlie Sheen de Two and a Half Men, e sua substituição por Ashton Kutcher. Teve sim uma pequena queda na qualidade da série, mas ela continua muito boa. O personagem de Ashton é praticamente uma criança, sendo muito chato e com situações forçadas às vezes, mas não é de todo mal. Ruim mesmo é a nova abertura.

Falando de polêmicas na TV, esse ano teve uma bem grande e Made in Brazil ainda: a saída de Rafinha Bastos do CQC pelo que eu considero uma grande besteira.

Vale comentar também sobre o programa apresentado por Danilo Gentili (também ex-integrante do CQC) que estreou em junho desse ano, o Agora é Tarde. Ele é muito engraçado, e atualmente está melhor que o outro programa da Band que ele fazia parte.

A TV teve nesse ano, como sempre, seus altos e baixos. E, embora eu não a assista tanto quanto eu assistia, ainda é uma grande plataforma de entretenimento. Agora ficamos no aguardo de todas as porcarias do que pode pintar de bom nela em 2012.

Eu assisti: Megamente

Eu gosto muito de animações e de super-heróis, portanto quando descobri sobre esse filme no final do ano passado eu logo quis assisti-lo. Mas como minha vida não é uma coisa tão fácil, não tive oportunidade de ir vê-lo. Aí o Telecine me proporcionou assisti-lo ontem, e ele era tudo o que eu imaginava.

No filme conhecemos Megamente, um vilão que mantém uma certa rivalidade com o super-herói Metro Man desde a infância, e que nunca conseguiu ganhar dele. Um dia, um de seus planos finalmente dá certo e ele consegue dominar a cidade de Metro City. Então ele percebe que sem seu algoz ele não tem mais objetivos na vida, e resolve criar um novo herói para lutar com ele.

Megamente tem uma premissa genial, pois o protagonista é o vilão, não o herói. Vemos os fatos que o levou a se tornar um “cara mal”, seus motivos para agir assim e até simpatizamos com ele e passamos a nutrir certa antipatia pelo Metro Man, torcendo pro azulão acabar com ele.

O longa tem como inspiração alguns outros heróis (principalmente o Superman) e faz muitas piadas com as situações típicas e clichês do gênero, além de fazer referências a filmes de ficção científica e até uma (absolutamente fantástica) a Donkey Kong.

A trilha sonora é muito legal, contando com bandas como AC/DC, Guns N’ Roses e Ozzy Osbourne (CRAZY TRAIN, meu amigo!). Elas combinam muito com o clima do filme e empolgam e divertem quem estiver assistindo.

O filme é divertido, engraçado e muito legal, garantia de risadas ao longo dele. Num tempo em que as animações cada vez mais carecem de criatividade é muito bom ver um filme assim.

O primeiro episódio dos Simpsons

Amanhã é véspera de Natal, meus amigos. Dia de comer a ceia e ganhar presentes e tal. E pra entrar no clima eu resolvi preparar um texto sobre o primeiro episódio de uma das maiores (se não, a maior) série de todos os tempos: Os Simpsons.
Acho que deve ter algumas (talvez muitas) pessoas que nunca viram o primeiro episódio da série, e essas ficaram com cara de “WTF?” quando relacionei Natal com esse episódio. Mas é que o episódio de estreia do pessoal de Springfield foi um especial de Natal, e que episódio bom!
Ele começa nos apresentando vários elementos que depois seriam recorrentes na série como o humor afiado, a “rivalidade” de Homer com Flanders e um dos motivos  porque nós viríamos a adorar Bart.
Diferente de muitas (muitas mesmo) obras natalinas que são um amontoado de clichês, o episódio em nenhuma hora cai na mesmice ou repete o que já foi feito milhares de vezes. Tem até partes em que os protagonistas se dão mal.
O episódio tem uma série de momentos impagáveis, mas o melhor mesmo é quando Homer trabalha de Papai Noel no shopping.
Outra coisa legal é que ele conta a origem do Ajudante de Papai Noel, o cachorro da família. E é nesse momento que Os Simpsons mostra que realmente não se rende a clichês e cria um final ótimo pro episódio.
E fica uma dica de uma coisa legal pra vocês assistirem no Natal. E nem é só esse, mas os outros especiais de Natal dos Simpsons também são legais. E como estou legal hoje, eu também recomendo que assistam os especiais de Natal de Futurama (a outra série de Matt Groenning), que são impagáveis, com o Papai Noel robô que assassina qualquer um que esteja na rua na noite de Natal.