HQ de Game of Thrones vai chegar ao Brasil

 

Como vocês já devem ter percebido eu sou um grande fã de Game of Thrones. Mas mesmo com meu conhecimento sobre a obra eu não sabia que ela tinha começado a ser adaptada para quadrinhos ano passado. Juntaram as duas melhores coisas que existem!

Bem, vai ser lançado um encadernado com as seis primeiras edições dia 27 de Agosto. Fique aí com um preview com algumas páginas:

Vem aí mais uma mega-saga dos Lanternas Verdes

O Lanterna Verde é meu super-herói de HQs favorito. Na verdade não só ele, mas a grande maioria dos personagens da sua mitologia são muito legais. E isso se deve muito a Geoff Johns que conseguiu revitalizar o personagem nos últimos anos, e dar uma importância maior ainda a ele no Universo DC.

Agora o roteirista irá nos brindar com mais uma mega-saga dos Lanternas Verdes, chamada Rise of the Third Army. Pra divulgá-la, ontem foi lançada essa arte aí em cima feita pelo artista brasileiro Ivan Reis.

O plot dela é de que os Smurfs Espaciais (ou Guardiões do Universo, se preferirem) querem acabar com a Tropa dos Lanternas Verdes e criar um novo exército pra servi-los.

Pra quem acompanha as histórias mais recentes fica um misto de “já esperava por isso” com um certo choque de ver a que ponto os Guardiões chegaram.

A saga só começa em outubro nos Estados Unidos.

Panini solta um teaser sobre o lançamento de Os Novos 52 no Brasil

 

Isso mesmo, o reboot que o universo da DC sofreu finalmente chegará ao Brasil! E com a saga Ponto de Ignição (que prepara o terreno para esse recomeço) quase no fim, a Panini lança esse teaser para anunciar
a chegada dos Novos 52.

Pela imagem se supõe que todas as 52 novas revistas serão publicadas por aqui. E tudo me leva a creditar que ainda será naquele formato chato de histórias dentro das revistas de heróis mais famosos.

Mas ainda assim estou ansioso pra ver as revistas de volta ao número 1 e começar uma coleção do Lanterna Verde.

6 Horas Para Matar [Resenha]

Pra começar: eu não conheço muito o Justiceiro. Realmente eu comprei essa HQ depois de ler essa resenha dos parceiros d’A Horda. Bem, a resenha foi fundamental pra que eu comprasse esse encadernado, mas na verdade a premissa sozinha já havia me conquistado.
O Justiceiro está em mais um dia de trabalho, dando um jeito (merecido) em uns exploradores de crianças. Ao acabar o seu serviço ele volta para o seu furgão onde encontra um homem de máscara que o faz ficar inconsciente com um gás. O homem injeta uma substância nele que o matará em seis horas, mas se ele matar um homem para os seus patrões eles lhe darão o antídoto. Então nosso amigo Frank Castle decide que não precisa viver mesmo, e que vai aproveitar essas seis horas matando quantos criminosos puder.
Essa é a premissa de 6 Horas Para Matar, que se assemelha muito a de um filme de ação como Adrenalina, por exemplo.  Seu roteiro é muito bem conduzido e alterna entre muitos momentos de ação e de aprofundamento nos personagens. Aliás, essa profundidade dada até mesmo aos antagonistas do Justiceiro foi algo que eu adorei.

Outra coisa muito legal é o traço realista do desenhista. Casou muito bem com o roteiro, melhorando os impactos propostos por ele.
Além disso, vale comentar aqui é ótimo trabalho daPanini com o encadernado brasileiro. Um trabalho que pode ser resumido em uma palavra: capricho (e não, de jeito nenhum estou falando daquela revistinha adolescente). A capa dura, o papel especial, e até mesmo as capas das edições originais reunidas no fim da publicação, dão um charme a mais para ela e fazem dessa uma daquelas HQs que ficam muito bonitas na estante, e trazem orgulho de se ter na coleção. Tudo isso por um preço que considero justo (ou até mesmo inferior ao que deveria ser cobrado): R$ 17,90.
Sem dúvidas essa foi uma das melhores HQs que já li. E você, tá esperando o quê? Vá fazer uma visitinha na banca de revistas da esquina e compre logo essa preciosidade.

Mary Jane vai ganhar os poderes do Homem-Aranha!

Nos EUA, está rolando uma saga que se chama Spider-Island em que todos os habitantes de Manhattan ganham os poderes do herói mais nerd das HQs. Agora, a ruivinha favorita dos nerds, Mary Jane, vai ganhar os poderes dele também.

A premissa da série em si me agradou muito. E agora  com essa notícia é que eu fiquei curioso mesmo (e aposto que todas as pessoas que gostam das histórias do Homem-Aranha também).

Só o que não me agradou muito foi o traço. Veja algumas páginas:

 

Top 5 nerds da ficção

Os nerds têm papel fundamental na cultura pop mundial, sendo os maiores consumidores dela e, em alguns casos, protagonistas de obras famosas. Agora veja a lista dos cinco mais famosos (e mais legais) de todos os tempos.

5- Dexter

Um dos desenhos mais legais que já assisti, O Laboratório de Dexter mostra como o jovem nerd Dexter tem um laboratório secreto e o esconde do mundo.
Além de apresentar suas tentativas (geralmente sem efeito) de evitar que sua irmã destruísse seu precioso “local de trabalho”, a animação o mostrava criando invenções malucas. Creio que ele tenha inspirado a criação de desenhos como Jimmy Neutron e Johnny Test.

4- Chuck
Chuck, o protagonista da série de mesmo nome, é um típico nerd: adora ficção científica, é um gamer (a cena em que ele diz que está com os dedos machucados por jogar Call of Duty pras mulheres que sua irmã quer apresenta-lo no primeiro episódio é hilária), e ainda trabalha em uma área de uma loja chamada Nerd Herd. Ainda duvida que ele mereça estar aqui?
3- Donatello
Ele é o nerd das Tartarugas Ninja, e o meu favorito dos quatro, pois sempre me identifiquei com ele.
É o Donatello quem sempre cria as estratégias, e é ele também o inventor do grupo. Sem falar que a arma dele e a cor da sua bandana são as mais legais.
2- Peter Parker
Talvez o primeiro nerd a desempenhar um “grande papel”, Peter Parker era um adolescente que não era muito bom em esportes, usava óculos, e era muito inteligente. Até que um dia uma aranha geneticamente modificada o picou, assim ele se tornou o Homem-Aranha, um herói capaz de rivalizar com o Superman em termos de popularidade e conhecimento do grande público (e na minha humilde opinião, ele é um herói muito mais legal que o kryptoniano).
1- Sheldon
Ele divide o posto de protagonista de The Big Bang Theorycom mais três colegas geeks, mas sem dúvida Sheldon Cooper é quem mais rouba a cena na série.
Sem brincadeira, hoje em dia Sheldon virou sinônimo de nerd. E não é pra menos: ele tem todas as características de um, além de sua personalidade, que mesmo repulsiva, ainda consegue o fazer ser carismático.
Sem dúvidas merece o primeiro lugar da lista.

Red Lanterns #1 [Resenha]

Aproveitando o reboot que vai lhe render muito dinheiro, aDC resolveu dar uma revista aos Lanternas Vermelhos. Já adianto que gostei demais dela, até mais que Lanterna Verde #1 .

O roteiro foi escrito tanto pra agradar os leitores antigos (já que a cronologia do Lanterna Verde não foi rebootada), quanto pra apresentar Atrócitus  e sua turma vermelha do barulho para os novos. E eu gostei bastante dele.
Aqui nós temos a história da origem da fúria do líder da Tropa dos Lanternas Vermelhos recontada e narrada por ele mesmo, e consequentemente sob seu ponto de vista. Além disso, o roteiro nos deixa a par dos seus temores quanto suas atitudes e o futuro de sua tropa.

Além de tudo isso, parece que o futuro guarda algumas surpresas pra Atrócitus. Mal posso esperar pra ver se meu palpite é certo.

Mais uma vez vou fazer uma comparação com Lanterna Verde #1(me desculpem, mas é inevitável pra mim): na resenha dela, eu disse que no começo o traço não me agradou. Já em Red Lanterns eu o adorei do começo ao fim, cortesia do renomado desenhista brasileiro Ed Benes.

Pelo menos no “universo” do Lanterna Verde a Distinta Concorrência não cagou com esse reboot, e a qualidade dele continua tão boa quanto vinha sendo. Ainda bem.

Lanterna Verde #1 [Resenha]

Pra quem não sabe: a DC resolveu rebootar todo o seu universo, e a primeira lista de revistas do reboot ganhou o nome de The New 52. Como a única que me interessa nisso tudo é a do Lanterna Verde, eu só li  ela e agora resenharei pra vocês.

Pra começar, a cronologia (imensamente legal, diga-se de passagem) do Lanterna Verde foi uma das poucas da DC que não foi zerada e recomeçada, mas sim “encaixada” em 5 anos. Minha opinião? Eu gostei disso, não queria que toda a cronologia dele fosse apagada.
Mas vamos à HQ em si. Hal Jordan foi destituído da Tropa dos Lanternas Verdes, e para o substituir, o anel que o pertencia escolheu Sinestro. Ele está na Terra, meio deprimido, cheio de contas pra pagar, e quase sem dinheiro nenhum. Assim, nesse “Marvel style” mesmo (o que rende alguns pontos pra HQ).
Já o Sinestro, lógico que não tá gostando de voltar a vestir verde. Mas eu senti que ele está com muita raiva dos seus subordinados da Tropa dos Lanternas Amarelos, pois ele mandou eles protegerem seu planeta natal, mas em vez disso eles escravizaram seus habitantes e tocaram o terror. Acho que pelo menos uma lição neles ele vai dar.
Acho que já deu pra perceber que eu gostei muito do roteiro. Ele realmente é muito bom, e prepara pra alguma coisa bem maior.
Quanto aos desenhos, não gostei do traço no começo da HQ, mas depois eles foram melhorando.
Então, Lanterna Verde recomeçou muito bem pra mim. Vou esperar ansioso pelas próximas edições e o desenrolar da nova saga.

A Era Heroica chegou ao Brasil!

 

Bem, já faz uns três meses que O Cerco terminou aqui no Brasil, e uns dois que começou a Era Heroica, mas eu só comprei o segundo volume de Capitão América e os Vingadores Secretos no final do mês passado, e foi aí que eu me introduzi na “nova era” da Marvel no país.

Pra quem não sabe, a Era Heroica é a época em que os heróis voltam a ter sossego depois de anos brigando entre si (Guerra Civil) e de vilões no comando do mundo (Reinado Sombrio).

Pra começar, Steve Rogers não é mais o Capitão América (fazendo o nome da revista dos Vingadores Secretos perder um pouco o sentido, mas tudo bem), título que continua com Bucky.

A equipe dos Vingadores Secretos é formada quase toda por personagens coadjuvantes como o Fera e o Máquina de Combate, mas eu gostei muito dela. O clima é bem legal.

O Bucky como o Capitão também está bem legal, e esse arco é muito bom, com o filho de Zemo tentando enlouquecê-lo e acabar com sua reputação.

Agora, uma coisa que eu acho ruim nas publicações da Panini, é que elas são publicadas exatamente um ano depois da publicação original. Não será que dá pra diminuir esse tempo pra alguns meses, ou fazer que nem a editora On Line, que teve que pausar a publicação de Dark Times (de Star Wars) por uns tempos porque estava alcançando a dos EUA?

Independente de tudo , eu realmente gostei da Era Heroica, as mudanças foram muito boas. E o futuro não é só promissor para os heróis, mas para os leitores brasileiros também.

Os zumbis agora são populares…

 

Foi-se o tempo em que zumbis eram os coadjuvantes máximos das histórias de terror, meros seres burros que só serviam pra comer miolos e serem escravos de um monstro mais poderoso que era o “chefão final”.

Agora, o termo zumbi virou sinônimo de “infecção”, e até mesmo de “apocalipse”. E tem gente que realmente acredita que um apocalipse zumbi está por vir (cara se tem gente que fala klingon, tudo é possível).

Não, eu não estou criticando essa nova fase “hypada” dos zumbis. Eu gosto muito dela ( como qualquer nerd que se prese) e esse texto é só pra fazer uma reflexão sobre o assunto.

Acredito que os zumbis deixaram de ser monstros coadjuvantes como mencionei acima quando a indústria percebeu que já tinha usado os vampiros e lobisomens ao extremo, usado mais um pouco, e explorado das mais diversas formas, umas geniais e outras péssimas (sim, falo daquela história dos vampiros que brilham no sol).

Depois que perceberam que zumbis podiam deixar de serem mortos-vivos burros que “só“ matavam, por que não criar um jeito de fazê-los serem transmissores de um vírus que contaminasse as pessoas (se tornar um deles é muito pior do que morrer)?

Não sei se foi Resident Evil que começou isso, mas que é referência no assunto, é. E depois da saga da Capcom, temos agora muito mais games, HQs, mangás, livros, séries, filmes, animes e até mesmo músicas que contam com a presença dos nossos amigos sem cérebro.

E esses novos zumbis caíram no gosto popular. E eu acho que sei o porquê: seres que andam em grupo, que praticamente não podem ser mortos, e que transformam as pessoas por aí em mais deles, e ainda por cima são monstros relativamente “novos”, são muito mais assustadores que morcegos e pequenos lobos que, de tanto serem utilizados, já não representam ameaça pra nós, e até são o sonho de várias adolescentezinhas ao redor do mundo (é, tô criticando de novo…).

Então os zumbis agora são populares. E espero que a mídia não os utilize da forma como utilizou várias outras criaturas do nosso imaginário, e acabe os transformando em “ícones sexuais” (vocês não sabem como me dói escrever isso).