X-men – Primeira Classe [Resenha]

X-men – Primeira Classe  

Nota: 4,5 

Título original: X-Men – First Class  
Ano: 2011 
Direção: Matthew Vaughn 
Roteiro: Bryan Singer, Ashley Miller, Zack Stentz, Jane Goldman, Matthew Vaughn  
Elenco: James McAvoy, Michael Fassbender, Kevin Bacon, Rose Byrne, Jennifer Lawrence, Beth Goddard, Morgan Lily, Oliver Platt, Álex González, Jason Flemyng, Zoë Kravitz, January Jones, Nicholas Hoult, Caleb Landry Jones, Edi Gathegi, Corey Johnson, Lucas Till, Laurence Belcher, Bill Milner

Acredito que os X-men (juntamente com Batman, Superman, Homem-Aranha e Hulk) sejam os super-heróis mais conhecidos do mundo.  Até mesmo leigos no universo das HQs conhecem Magneto e Professor X. Então contar a origem da rivalidade entre eles (que todo mundo sabe que foram amigos no passado), entre os X-men e a Irmandade de Mutantes, é uma ótima aposta.

Tudo começa com o jovem Erik Lensherr num campo de concentração nazista, onde acontece aquela cena em que ele grita por sua mãe e dobra uma grade de metal (e que se não me engano, já foi utilizada em um dos filmes da trilogia original). Em contraparte, temos o ainda menino Charles Xavier recebendo uma “visita especial” em sua casa, e descobrindo que não é o único no mundo.

O filme deveria contar a história da origem dos dois maiores mutantes da história, mas o futuro Magneto consegue roubar a cena aqui. Desde suas primeiras cenas como adulto, buscando vingança do homem que matou sua mãe (ótimas cenas de ação, por sinal), nós começamos a simpatizar com ele e seu objetivo.

Não que Charles não seja bem interpretado. É bem legal vê-lo cantando mulheres, contando piadas, bem diferente daquele sério professor que ele vai se tornar.

Por falar em piadas, o filme tem algumas, e elas são muito boas. Principalmente a de um certo personagem muito conhecido que faz uma ponta aqui.

O que foi responsável pela retirada de 0,5 ponto de sua nota foram os furos de roteiro e a falta de respeito com a cronologia das HQs. Sério, alguém aqui acha coerente o irmão do Ciclope já estar adolescente e na equipe de Xavier nessa época?

Acho que não é spoiler contar que no final acontece a tão aguardada cena de “rompimento” entre Professor X e Magneto. Ela é emocionante, angustiante, e tem um final muito bom.

E é isso, eu gostei muito desse filme, que só peca nos grandes furos de roteiro com relação as HQs, mas supre isso com as ótimas cenas de ação, com o roteiro, com as ótimas atuações, e é claro, com o tema principal de X-men que não podia faltar aqui: o preconceito com as diferenças.

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